Carlota Portugal

É normal passarem por mim nos corredores e questionarem-se sobre se sou um ser vivo ou um prolongamento da parede branca, mas a sério, cumprimentem-me, prometo que não ficam a falar “pá parede”. Para além da minha palidez sou conhecida por usar, maioritariamente, roupa de homem, pelo que me costumam chamar de “Carlos” ou “Carlitos”, sintam-se à vontade para o fazer. Um último detalhe a ter em conta sobre a minha existência é que nasci na década errada. As únicas músicas que me fazem abanar o capacete são as dos anos 80, e atenção, eu não danço. Nunca.

 

Curso: Jornalismo

Maior Sonho: Ter uma biblioteca gigante em casa, com uma porta para a minha quinta sustentável onde as minhas vacas e cabras correm felizes pelos campos, sem pisarem as minhas couves e rabanetes.

Maior Medo: Deixar um dos braços escorregar da cama, deixando-o à mercê dos demónios que por baixo dela vivem.

Duas músicas: Blue (Da Ba Dee), dos Eiffel 65 e Golden Brown, dos The Stranglers (tenho de ouvir as duas pelo menos uma vez por dia).

Um livro: É-me impossível escolher um só. Recomendo tudo o que for Mário Sá Carneiro (A Prosa), Haruki Murakami (1Q84) e, logicamente, José Saramago (As intermitências da morte ou o Objeto quase).



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