Dar voz à saúde mental

Written by on Abril 16, 2019

Dar voz à saúde mental
Autor: Serviço de Comunicação da ESCS
Conteúdo retirado automaticamente da página institucional da Escola Superior de Comunicação Social
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Publicado: 16 abril 2019

Nove estudantes de Relações Públicas e Comunicação Empresarial desenvolvem uma campanha para a SOS Voz Amiga, no âmbito de um protocolo celebrado entre a ESCS e aquela organização.

Foi assinado, a 2 de janeiro de 2019, um protocolo de cooperação entre a ESCS e a SOS Voz Amiga – uma linha de apoio emocional para pessoas em situações de solidão, ansiedade, depressão ou risco de suicídio –, com vista ao desenvolvimento de uma campanha de comunicação. A iniciativa foi inserida na unidade curricular de Comunicação no Interesse Público, do 3.º ano do curso de licenciatura em Relações Públicas e Comunicação Empresarial (RPCE), e migrou, no segundo semestre do presente ano letivo, para o PRLAB, o núcleo de Relações Públicas da Escola, de forma a garantir a sustentabilidade do projeto.

Nove estudantes de RPCE voluntariaram-se para dar seguimento ao projeto, após a avaliação, na unidade curricular de Comunicação no Interesse Público.
Fotografia: Gabcom (Serviço de Comunicação da ESCS)

Da teoria à prática

Em aula, os estudantes, divididos em grupos, apresentaram diversas propostas de campanhas de comunicação. Após a avaliação dos trabalhos, foram convidados para serem voluntários do “Núcleo de Comunicação Institucional da SOS Voz Amiga”, de forma a desenvolverem, no PRLAB, o trabalho iniciado na unidade curricular. “Dar voz à saúde mental” é o nome da campanha que está, de momento, a ser posta em prática e que integra ações dos vários projetos apresentados.

Catarina Afonso, Catarina Vilar, Daniela Sousa, Joana Rosa, Mafalda Martins, Maria Carreira, Maria Gonçalves e Marta Santos aceitaram o desafio e já começaram a trabalhar. Joana Gerardo, estudante do 2.º ano de RPCE, foi o primeiro elemento externo à turma finalista a integrar, mais recentemente, a equipa. Pretende-se que outros estudantes do 2.º ano venham a fazer parte do grupo, de forma a ser possível, a longo prazo, dar continuidade ao processo.

Mensalmente, são feitas reuniões com o grupo de trabalho e representantes da SOS Voz Amiga, para definir os próximos passos da estratégia de comunicação.
Fotografia: Gabcom (Serviço de Comunicação da ESCS)

Em representação do grupo, Mafalda Martins conta que, para já, foi definida uma ordem de trabalhos com maior enfoque no digital. “Vamos apostar no Facebook, que é uma rede que já estava desenvolvida, e tentar criar uma linha de comunicação entre esse suporte, a newsletter e o site, que são ferramentas que já existem”, explica. Nesta primeira fase, as escsianas estão, também, a “fazer os primeiros contactos” com possíveis parceiros, para tentarem, mais tarde, “desenvolver alguns projetos”.

Um universo real

A Prof.ª Doutora Ana Raposo, coordenadora da licenciatura em RPCE, explica que este tipo de parcerias é “uma prática que temos há muitos anos no curso e é, sem dúvida, uma mais-valia”. A docente destaca a vantagem de os estudantes contactarem com o “universo real” e sublinha que o intuito de agregar o PRLAB ao processo foi “complementar essa presença dos clientes e dar a oportunidade de passar do plano à própria implementação”.

Francisco Paulino, Presidente da SOS Voz Amiga, e Ana Raposo, coordenadora do curso de licenciatura em RPCE, participam nas reuniões de trabalho, em conjunto com as estudantes.
Fotografia: Gabcom (Serviço de Comunicação da ESCS)

Por seu lado, Francisco Paulino, Presidente da SOS Voz Amiga, revela que “as expetativas são enormes”, dado o “entusiasmo [das estudantes] que estão a fazer este trabalho”. Apesar de o sucesso do projeto depender, também, da resposta dos potenciais parceiros, o Presidente da SOS Voz Amiga está “convencido de que vai correr bem”.


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